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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

MANIFESTAÇÃO PRÓ IBIÚNA: UM SALTO PARA O FUTURO


Fonte: Facebook

Bom, hoje vou tratar de um assunto nada normal em nosso município, a “manifestação PRÓ IBIÚNA” que ocorreu nesta semana nas ruas da cidade. Como já era de esperar todo o ato de manifestar agrada uns e desagrada outros, em nosso município isso não seria diferente, pois em questão de reivindicação somos omissos e ignorantes gerando um grave atraso no desenvolvimento local. Nesta ação coletiva, a coibição de práticas viciosas e inescrupulosas que, corriqueiramente, infestam o meio político e, contaminam os interesses sociais, foram os alvos. Confesso que já esperava uma marcha com poucos participantes, porém percebi que não é só de quantidade que o dever de cidadania é exercido, mas sim com qualidade, digo isso pelo fato de ver estudantes e adolescentes, postando convites em redes sociais, demonstrando interesses e preocupações com o futuro de nosso município.  
Quero parabenizá-los pela bela apresentação de cidadania e, devo ressaltar também e, com muita propriedade descrevo esses jovens, manifestantes, como futuros salvadores da pátria, pois quando a nossa esperança, corria para o ralo, eis que surgem luzes no fim do túnel. Dezenas de seres iluminados que, com garra e coragem, saem do anonimato em prol à coibição de atos corruptos e vergonhosos. Posturas heroicas diante de um povo que, prefere reclamar, criticar e torcer para que tudo dê errado ao invés de participar de movimentos, associações, assembleias e outros exercícios de cidadania. 
Aqui expresso o meu respeito e admiração a todos que,  diretamente e, de cara limpa, participaram e mostraram que é possível fazer manifestação inteligente e pacifica. Deixo aqui meus sinceros agradecimentos, pois vocês mostraram que a esperança ainda existe. Não deixem de exercer atos como este, sejam exemplos. Dediquem em prol de um município melhor e, sigam adiante. As eleições estão se aproximando e, agindo dessa forma, teremos chance de reverter o cenário político do nosso município. 






quinta-feira, 27 de outubro de 2011

MATO OU MORRO?

Enfim, começaram as articulações políticas e, como de costume, uma pior que a outra. Em uma semana declara, através da imprensa, o namoro político com um partido, na semana seguinte o fim do namoro. Já conhecemos essas idas e vindas políticas décor e salteado que, infelizmente, só trazem atrasos na vida política do município e, além do atraso, trás ainda o descrédito daqueles que, acreditam, que fazendo o jogo político possam ganhar adeptos.
Lembro-me perfeitamente das articulações políticas 2007/2008 no qual fui bastante assediada politicamente. Lamentavelmente, presenciei atitudes, dos políticos, nada condizente à minha postura. Articulações baixas que, no meu ponto de vista, contradiziam totalmente com a questão moral do ser humano.
Neste ano não será diferente, pois os mesmos nomes daquela época, começam a tomar forma e aparecer na vida política municipal, os mesmos nomes que na eleição passada usaram de artimanhas para defender o próprio umbigo, hoje surgem para, novamente, defender o próprio umbigo sem pensar na população e no bem-estar do município.
Deixemos de lado a expressão “mato ou morro, ou seja, ou fujo pro mato ou corro pro morro” e vamos encarar de frente a urna nas próximas eleições. Mudar o cenário político do município é mais do que nossa obrigação, pois somos nós que damos nomes aos que irão nos representar seja na câmara como na administração. Paremos de fofocar, lamentar e achar que, somente, no nosso município as coisas dão erradas. Sejamos mais atuantes e compromissados com o nosso dever de cidadão. Nietzche em sua frase “Um político divide os seres humanos em duas classes: instrumentos e inimigos.” relata perfeitamente o que o político pensa a respeito da população, portanto é preciso renovar e melhorar cenário político, senão......

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

REVOLTA DA DEPUTADA CIDINHA CAMPOS

A DITADURA DO RELÓGIO


"Não há nada que diferencie tanto a sociedade ocidental de nossos dias das sociedades mais antigas da Europa e do Oriente do que o conceito de tempo. Tanto para os antigos gregos e chineses quanto para os nômades árabes ou para o peão mexicano de hoje, o tempo é representado pelos processos cíclicos da natureza, pela sucessão de dias e noites, pela passagem das estações. Os nômades e os fazendeiros costumavam medir - e ainda hoje o fazem - seu dia do amanhecer até o crepúsculo e os anos em termos de tempo de plantar e de colher, das folhas que caem e do gelo derretendo nos lagos e rios. O homem do campo trabalhava em harmonia com os elementos, como um artesão, durante tanto tempo quanto julgasse necessário. O tempo era visto como um processo natural de mudança e os homens não se preocupavam em medi-lo com exatidão. Por essa razão, civilizações que eram altamente desenvolvidas sob outros aspectos dispunham de meios bastante primitivos para medir o tempo: a ampulheta cheia que escorria, o relógio de sol inútil num dia sombrio, a vela ou lâmpada para onde o resto de óleo ou cera que permanecia sem queimar indicava as horas. Todos esses dispositivos forneciam medidas aproximadas de tempo e tornavam-se muitas vezes falhos pelas condições do clima ou pela inabilidade daqueles que os manipulavam. Em nenhum lugar do mundo antigo ou da Idade Média, havia mais do que uma pequeníssima minoria de homens que se preocupassem realmente em medir o tempo em termos de exatidão matemática.
O homem ocidental civilizado, entretanto, vive num mundo que gira de acordo com os símbolos mecânicos e matemáticos das horas marcadas pelo relógio. É ele que vai determinar seus movimentos e dificultar suas ações. O relógio transformou o tempo, transformando-o de um processo natural em uma mercadoria que pode ser comprada, vendida e medida como um sabonete ou um punhado de passas de uvas. E, pelo simples fato de que, se não houvesse um meio para marcar as horas com exatidão, o capitalismo industrial nunca poderia ter se desenvolvido, nem teria continuado a explorar os trabalhadores, o relógio representa um elemento de ditadura mecânica na vida do homem moderno, mais poderoso do que qualquer outro explorador isolado ou do que qualquer outra máquina.
(...) A princípio, esta nova atitude em relação ao tempo, este novo ritmo imposto à vida foi ordenado pelos patrões, senhores do relógio, e os pobres o recebiam a contragosto. E o escravo da fábrica reagia, nas horas de folga, vivendo na caótica irregularidade que caracterizava os cortiços encharcados de gim dos bairros pobres no início da era industrial do século XIX.
Os homens se refugiavam no mundo sem hora marcada da bebida ou do culto metodista. Mas aos poucos, a idéia de regularidade espalhou-se, chegando aos operários. A religião e a moral do séc. XIX desempenharam seu papel, ajudando a proclamar que "perder tempo" era um pecado. A introdução dos relógios, fabricados em massa a partir de 1850, difundiu a preocupação com o tempo entre aqueles que antes se haviam limitado a reagir ao estímulo do despertador ou à sirene da fábrica. Na igreja e na escola, nos escritórios e nas fábricas, a pontualidade passou a ser considerada como a maior das virtudes.
E desta dependência servil ao tempo marcado nos relógios, que se espalhou insidiosamente por todas as classes sociais no séc. XIX, surgiu a arregimentação desmoralizante que ainda hoje caracteriza a rotina das fábricas.
O homem que não conseguir ajustar-se deve enfrentar a desaprovação da sociedade e a ruína econômica - a menos que abandone tudo, passando a ser um dissidente para o qual o tempo deixa de ser importante. Refeições feitas às pressas, a disputa de todas as manhãs e de todas as tardes por um lugar nos trens e nos ônibus, a tensão de trabalhar obedecendo horários, tudo isso contribui, pelos distúrbios digestivos e nervosos que provoca, para arruinar a saúde e encurtar a vida dos homens.
Nem se poderia afirmar que a imposição financeira da regularidade de horários tenha contribuído a longo prazo para o aumento da eficiência. Na verdade, a qualidade do produto parece ter até diminuído, pois o empregador que vê o tempo como uma mercadoria pela qual tem de pagar obriga o operário a trabalhar numa velocidade tal que a produção forçosamente será de qualidade inferior. O critério passa a ser de quantidade e não de qualidade e já não há mais o prazer do trabalho pelo trabalho. O operário transforma-se, por sua vez, num especialista em "olhar o relógio", preocupado apenas em saber quando poderá escapar para gozar suas escassas e monótonas formas de lazer que a sociedade industrial lhe proporciona; onde ele, para "matar o tempo", programará tantas atividades mecânicas com tempo marcado, como ir ao cinema, ouvir rádio e ler jornais, quanto permitir o seu salário e o seu cansaço. Só quando se dispõe a viver em harmonia com sua fé ou com sua inteligência é que o homem sem dinheiro consegue deixar de ser um escravo do relógio."
                                                                                                                                   George Woodcock

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

PRESERVAR PARA NUNCA ACABAR

Olá, amigos! Quando não tiver o que falar, não façam igual ao caixa do supermercado que, subestimou, a inteligência da senhora que estava fazendo suas compras. Aproveitem para refletir sobre a preservação do meio ambiente. Boa leitura a todos!
 DESABAFO: Na fila do supermercado o caixa diz a uma senhora idosa que deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não eram amigáveis ao meio ambiente. A senhora pediu desculpas e disse: “Não havia essa onda verde no meu tempo.”
O empregado respondeu: "Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente. " 
"Você está certo", responde a velha senhora, nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.   Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões. Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.  Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?  Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usávamos jornal amassado para protegê-lo, e não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama. Era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade. Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Recarregávamos as canetas com tinta umas tantas vezes quanto fossem necessárias, ao invés de comprar uma outra, de plástico, tipo Bic. Os homens utilizam navalhas para se barbear, ou aparelhos de gilete, ao invés usar e jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte.  Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus, e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima. Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?   
Autor desconhecido

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

SE NÃO É PELO AMOR É PELA DOR


Acessando o site do Jornal do Povo, li a matéria da festa em comemoração aos 200 anos da padroeira de Ibiúna – Nossa Senhora das Dores. Que espetáculo! Cerca de trinta mil pessoas prestigiaram e assistiram os shows com cantores famosos, bebidas, moças e moços bonitos e tudo o que uma festa tem direito. Cerca de trinta mil pessoas movimentaram o comércio local e deram credibilidade à atual administração e sua, competente, equipe que, com muito profissionalismo, deu ao povo o que eles mais gostam: pão e circo.
 Mas isso é outro assunto no qual não quero me aprofundar, o que quero argumentar com os leitores é o baixíssimo número de fiéis que acompanharam a procissão e assistiram a missa campal. Digo baixíssimo, pois segundo a fonte Jornal do Povo, o número de fiéis chegava a, somente, duas mil pessoas, ou seja, vinte e oito mil pessoas a menos que nos shows.
            Percebe-se através destes e outros comportamentos que, cada vez mais, estamos nos distanciando de nossas religiões e o que aconteceu nesta festa de comemoração não é algo surpreendente, mas sim normal. Preferimos nos divertir do que agradecer ao Pai Maior pelas graças não alcançadas e alcançadas. Preferimos dançar e beber do que orar e pedir proteção aos nossos entes queridos. Preferimos gastar com ingressos, bebidas e diversões do que fazer a caridade aos necessitados.
A verdade é uma só, somos egoístas e hipócritas de carteirinha, pois queremos tudo fácil em nossas mãos, mais nada fazemos para merecer. Queremos que as nossas graças sejam alcançadas, mas não vamos a missas e nem participamos das procissões. Exigimos muito D’ele e Ele sugere apenas que sejamos praticantes do Evangelho, que pratiquemos o bem e que, amemos uns aos outros, portanto, já que as festas acabaram que tal começarmos a refletir sobre o lado espiritual, praticar a caridade e se apegar mais no amor do Cristo, pois se está ruim com Ele pior sem Ele. Boa reflexão!

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

POLITICAMENTE INCORRETO


Já comecei a trabalhar politicamente. Já doei algumas cestas básicas e também já levei alguns pacientes para o médico” Essas foram às falas de um cidadão, que almeja, sair candidato ao cargo de vereador na próxima eleição.
Fiquei chocada com essas falas, pois, no meu ponto de vista, isso é aproveitar da fragilidade dos mais humildes, daqueles que, por falta de saúde, entendimento e até mesmo por falta de oportunidades, aceitam doações de políticos aproveitadores e despreparados que usam desses artifícios para fugir de responsabilidades e de compromissos.
É difícil de entender como os mais espertos gostam de tirar proveito daqueles que, lutam diariamente para manter a dignidade. E o pior é que, certamente, próximo às eleições, voltarão às casas para cobrar os votos e jogar na cara as cestas básicas e as viagens, doadas para suprir suas necessidades.
Farei aqui um apelo. Peço, insistentemente, aos meus seguidores que, levem esta mensagem até estas pessoas, que são alvos fáceis de políticos aproveitadores. Expliquem que, o papel do vereador é legislar e fiscalizar o trabalho da administração. Cabe explicar também que os órgãos responsáveis em cadastrar e distribuir cestas básicas, remédios e até mesmo o transporte médico é o departamento de assistência social.
Amigos seguidores, somos críticos e formadores de opiniões, portanto cabe a nós mudarmos o perfil político do nosso país. Não deixemos que a classe mais humilde troque seus votos por cestas básicas, mas sim deixemos, essa classe,  mais esclarecida e capaz de mudar o futuro do nosso município. Vamos prepará-los para dar o troco nas urnas e esclarecer àqueles que, subestimam nossas capacidades, que somos cidadãos dignos e invendáveis.